SOBRE A MORTE
Ankh 78 – Quando um ser querido transcende as fronteiras da
matéria e você mergulha na dor, estende os seus tentáculos mentais para um
plano que não é o seu e assim aprisiona o ser desencarnado, mantendo-o entre
dois mundos, não lhe permitindo chegar ao reino da paz.
Ankh 79 – A sua dor é fruto do medo de não poder continuar
tocando esse ser, de não vê-lo mais, de não escutá-lo, de não mais lhe sentir
no seu mundo tangível e isso é egoísmo. Um egoísmo que nasce de um sentimento
de amor errado, ensinado durante eóns de tempo. O amor verdadeiro é
incondicional, deve dar liberdade, nunca prender ou reter.
Ankh 80 – Recorde aquele que partiu com alegria, com paz e
aceitação, deixe-o voar. Deve continuar o seu caminho como ser imortal e
transcendente. Não seja uma âncora na sua evolução. Demonstre-lhe amor
respeitando o seu livre arbítrio.
Ankh 81 – Não se pode reter um ser sutil no mundo da densidade,
pois só lhe causa dano e o faz a si mesmo. Compreenda que o nascimento e morte
fazem parte do caminho da evolução, não o detenha, não o ate a uma vibração que
não é a sua. Se algo o detiver e você se sentir como uma pedra imóvel, sem a
independência que desfruta, sofrerá, pois assim sente também quem transcende
esta vida e é retido pela dor de quem ama. A sua calma, a lembrança com carinho
e alegria o conduz para a luz.
Ankh 82 – Tudo provém de uma mesma coisa, tudo é energia
combinada em diferentes níveis de densidade, pressão e temperatura. Uma vez que
é parte do UNO nada está separado de
você. Tudo está conectado, tudo é UM.
Ankh 83 – A energia nunca morre. Condensa, dilue, expande,
concentra, mas permanece. Também continua a memória da experiência no campo
energético vibratório.
Ankh 84 – As aparentes formas das unidades do manifestado
consistem, simplesmente, na variação da densidade; as infinitas combinações que
lhe dá o pensamento.
O LIVRO DE MAAT – O
Legado de Hermes Trismegisto La escriba