MAAT é mais do que uma divindade; é um princípio universal anterior
aos deuses. A verdade é que, do princípio ao fim, do ALFA ao ÔMEGA, a natureza
de MAAT deve impregnar a existência
para que tudo se mantenha em harmonia e ordem. MAAT é o alimento espiritual da existência para que o TODO se sobreponha ao erro. O universo
está continuamente ameaçado por inimigos perigosos, servidores do erro e da
mentira, que insistem no retorno ao caos. A força oposta à MAAT é ISEFET, cujo
reinado abriga a maldade, o caos, a injustiça, o conflito, a destruição, o
erro, a mentira e a corrupção.
O Egito é uma terra
sagrada por excelência, mas passou por caóticos momentos de desordem. Momentos
em que os homens acreditaram que ISEFET
havia vencido MAAT. No entanto, MAAT é invencível.
Ela confia os seus
segredos à ÍSIS. Atrás do véu de ÍSIS estão as respostas.
MAAT é o arquétipo da ORDEM,
da VERDADE, da JUSTIÇA, da LUZ e da HARMONIA CÓSMICA. É a filha de RÁ. É um conceito abstrato da Justiça
Universal, do equilíbrio, da luz e da harmonia cósmica que devem imperar no
mundo, do Alfa ao Ômega. Não tem começo, nem fim. É. Seu caráter é dualista, seu
princípio representa a LUZ DA VERDADE.
É a força benéfica de que se nutre o ser. Propiciar o predomínio da presença de
MAAT no mundo, e na vida de cada ser,
é trabalhar para a sua prosperidade e para o seu bem estar que nascem dos
princípios da ORDEM, da VERDADE e da JUSTIÇA.
ÍSIS, sem o véu, é o princípio, a revelação da verdade e da justiça,
o equilíbrio que perdura entre os extremos da força. ÍSIS é a mãe, a deusa do amor, aquela que esconde, atrás do seu
véu, todos os segredos, todos os mistérios e o Conhecimento. É a rainha da
magia.
Nenhum mortal
levantou o seu véu. Tampouco pode ou poderá. Porque é mortal, crente na ilusão
da morte. Somente quando deixar a concepção errônea da morte, sob a luz da
verdade, deixará, então, de ser mortal e será um deus.
A ilusão da morte é
densidade. A densidade não pode integrar-se à sutileza, tão somente roçá-la. O
sutil pode desintegrar o denso, mas não o contrário. O sutil pode mudar de
forma ao tentar penetrar o denso, mas nunca será destruído, porque tem a
flexibilidade da infinitude que o faz forte e indestrutível.
O mortal é
densidade, o véu de ÍSIS sutileza. A
única forma de enxergar o que existe atrás do véu é soar no mesmo padrão
vibratório, ser uno com o seu véu.
Esse é o grande
segredo que se esconde por trás do véu. O segredo é tão sutil como o véu e
assim desaparecem os segredos e os mistérios.
MAAT é a deusa da verdade e da justiça e o ANKH é a chave da vida porque esta se nutre de sabedoria e através
dela, obtém-se a vida eterna.
O ANKH é a chave do Nilo, do rio da vida,
porque o seu curso flui dando vitalidade, beleza e luz ao povo que guarda a
verdade.
A verdade é como a
água: diáfana, transparente e necessária para viver, para transcender, para
recordar e para se renovar.
É a chave da vida
eterna, perenemente conectada ao Eterno. É fonte de energia vital, de ar,
respiração e vida. Ela esconde, dentro de si, a origem sagrada da existência.
A mãe ÍSIS é a portadora dos grandes
segredos, da VERDADE que se oculta
atrás do seu véu. A verdade é só uma. Sem início, sem fim, sem tempo e sem
lugar. É.
É o símbolo da mãe
amantíssima, da esposa fiel. É a mulher, e, como portadora da sabedoria; é o
que foi, o que é, e também o que será Porque é a energia feminina que nutre o
grande mistério da existência.
Nela habita o
poder. Ela pode seduzir e sutilmente mover as forças cósmicas.
A mulher é
igualdade, valentia e capacidade para gerar mudanças. É mobilidade, sem ela a
existência permaneceria estática e pereceria.
Só descerrará o véu
de ÍSIS aquele que tem valor, alma e
coração limpos. Aquele que está movido pelo amor incondicional à vida e pelo
respeito absoluto a cada unidade, micro ou macro, do universo.
Aquele que é
totalmente livre, em pensamento, sentimento, palavra e ação, e cujo único
intento é a ética cósmica. Aquele que compreende a missão dos seus inimigos na
sua vida e assim pode perdoá-los, rompendo a roda cármica.
ÍSIS é o grande portal iniciático para a quinta dimensão. Não tente
descobrir o que há por detrás do véu, SEJA
O VÉU.
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