quarta-feira, 30 de setembro de 2015



 SOBRE A MORTE

Ankh 78 – Quando um ser querido transcende as fronteiras da matéria e você mergulha na dor, estende os seus tentáculos mentais para um plano que não é o seu e assim aprisiona o ser desencarnado, mantendo-o entre dois mundos, não lhe permitindo chegar ao reino da paz.
Ankh 79 – A sua dor é fruto do medo de não poder continuar tocando esse ser, de não vê-lo mais, de não escutá-lo, de não mais lhe sentir no seu mundo tangível e isso é egoísmo. Um egoísmo que nasce de um sentimento de amor errado, ensinado durante eóns de tempo. O amor verdadeiro é incondicional, deve dar liberdade, nunca prender ou reter.
Ankh 80 – Recorde aquele que partiu com alegria, com paz e aceitação, deixe-o voar. Deve continuar o seu caminho como ser imortal e transcendente. Não seja uma âncora na sua evolução. Demonstre-lhe amor respeitando o seu livre arbítrio.
Ankh 81 – Não se pode reter um ser sutil no mundo da densidade, pois só lhe causa dano e o faz a si mesmo. Compreenda que o nascimento e morte fazem parte do caminho da evolução, não o detenha, não o ate a uma vibração que não é a sua. Se algo o detiver e você se sentir como uma pedra imóvel, sem a independência que desfruta, sofrerá, pois assim sente também quem transcende esta vida e é retido pela dor de quem ama. A sua calma, a lembrança com carinho e alegria o conduz para a luz.
Ankh 82 – Tudo provém de uma mesma coisa, tudo é energia combinada em diferentes níveis de densidade, pressão e temperatura. Uma vez que é parte do UNO nada está separado de você. Tudo está conectado, tudo é UM.
Ankh 83 – A energia nunca morre. Condensa, dilue, expande, concentra, mas permanece. Também continua a memória da experiência no campo energético vibratório.
Ankh 84 – As aparentes formas das unidades do manifestado consistem, simplesmente, na variação da densidade; as infinitas combinações que lhe dá o pensamento. 



O LIVRO DE MAAT – O Legado de Hermes Trismegisto             La escriba

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